Seminário Internacional Fazendo Gênero e MM reúnem uma grande massa em Florianópolis para reflexão e desafios

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WhatsApp Image 2017-08-04 at 20.23.21Coletivo Angela Davis que estuda gênero e sexualidade de Cachoeira da Boa Morte BA, com participação expressiva no evento. (Foto: Divulgação)

Por Josy Andrade

O 13º Congresso Mundos de Mulheres (MM) – um encontro internacional e interdisciplinar de e sobre mulheres – acontecerá conjuntamente ao Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 (FG)  entre 30 de julho e 4 de agosto de 2017 em Florianópolis, SC, Brasil, no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A temática que norteará o encontro é “Transformações, Conexões, Deslocamentos”. Com isso, queremos alargar esse lugar de diálogo para uma perspectiva mundial, afastada da hierarquia Norte-Sul, ou seja, um espaço onde se possa ouvir outras vozes, novas propostas, valorizar saberes, ampliar horizontes de estudo e de ativismo. Desse modo, seremos capazes de pensar e propor perspectivas inclusivas para os estudos feministas e possibilidades de construção feminista.

Em 2017, o Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis, Brasil) irá sediar, junto com o Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, a 13ª edição Women’s Worlds Congress, que terá lugar pela primeira vez na América do Sul. Este é um evento que reúne a cada três anos mulheres de todas as partes do mundo, tanto da academia como do ativismo. O encontro mobiliza setores diversos do feminismo, que vêm conquistando espaços nas últimas décadas, promovendo debates, releituras e autocríticas.

Estão presentes no Seminário 45 alunos da UFBA, trazidos pelo professor Felipe Fernandes com o apoio do PPG NEIM UFBA, que em sua grande maioria está trazendo suas pesquisas para os GTS, estimulando a pesquisa nos estudos de gênero e sexualidade. A mestranda em ciências Sociais da UFRB e ativista Social do movimento de mulheres negras, integrante da Rede Sapatá  Josy Andrade, afirma que o movimento de mulheres negras acadêmicas como Angêla Figueredo, Valdecir Nascimento, Nilma Lino Gomes, Cláudia Pons, Janja Araújo, trouxeram suas contribuições e experiências nas questões de gênero, feminismo e sexualidade.

Grandes ativistas negras como Bárbara Alves do Lesbibahia, Creuza  Maria Oliveira, Shirley de Jesus, feminista e ativista negra, dentre tantas outras companheiras.

Daniel Ribeiro

22 anos, estudante de administração gestão pública.

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