“Caminhos da religiosidade afro-riograndense” abre mostra de documentários sobre o sagrado africano na Bienal

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Platéia que lotou a sala debateu empolgada com participantes da mesa. (Foto: Banco de Imagens/NaçãoZ)

Por Airan Albino

Na tarde de quinta-feira (04) teve início a Mostra de Documentários Sagrados Africanos No Sul do Brasil. O projeto é organizado pela Bienal do Mercosul e acontece em paralelo à 11ª edição da exposição.

O documentário escolhido para a abertura foi Caminhos da religiosidade afro-riograndense, dirigido por Rafael Santos e produzido por José Francisco da Silva (Chico Meu Filho). Com 46 minutos de duração, o longa mostra as diferenças e semelhanças das religiões de matriz africana praticadas aqui no Rio Grande do Sul, e propõe uma reflexão sobre a importância dessas práticas enquanto patrimônio cultural no sul do país.

São apresentados o Batuque, a Umbanda e a Quimbanda por figuras importantes do Estado, como Mãe Ieda de Ogum, Pai Cleon de Oxalá, Pai Paulo de Xangô, Mãe Beatriz de Iemanjá, Mãe Gisa de Oxalá e Pai Antônio Carlos de Xangô. Ao final da exibição, uma mesa composta por Jerci Ribeiro de Matos (Mestre Cica de Oyo), pelo professor de Sociologia José Carlos Gomes dos Anjos e pelo produtor Chico Meu Filho (mediada por Adriana Santos), foram debatidos os temas abordados no documentário. A Mostra vai até o dia 20 de maio.

Daniel Ribeiro

22 anos, estudante de administração gestão pública.

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