Grupo de trabalho implantará observatório para população negra

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Para a coordenadora técnica  da área de saúde, Elaine Oliveira Soares, o Observatório terá papel fundamental para o aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas à população negra. (Foto: Divulgação)

Para a coordenadora técnica da área de saúde, Elaine Oliveira Soares, o Observatório terá papel fundamental para o aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas à população negra. (Foto: Divulgação)

 

Uma ação pioneira no Brasil para tratar da saúde da população negra. O Observatório de Determinantes Sociais da Saúde para esse grupo deriva das ações que vêm sendo aplicadas na capital gaúcha e que foram citadas como exemplo para todo o país, em 2014, no Manual de Políticas para a População Negra, editado pela Presidência da República, e em documento da Organização das Nações Unidas (ONU). O grupo de trabalho que dará andamento à implantação do observatório foi instituído na última sexta-feira, 15, pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), e está sob a coordenação do servidor Pedro Luiz do Amaral Ribeiro.

Por intermédio da Área Técnica de Saúde da População Negra, a proposta da SMS é reunir permanentemente representantes de vários segmentos da sociedade num trabalho contínuo para produzir informações e propostas de ação. O observatório será o fórum desses debates que, segundo a coordenadora da área técnica, Elaine Oliveira Soares, terá papel fundamental para o aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas à população negra. O espaço servirá para captação, difusão e análise de informações, demandas e recursos, além de registrar o trabalho que vem sendo realizado e definir ações a serem executadas.

O grupo de trabalho é formado por representantes da SMS, Observatório da Cidade de Porto Alegre (ObservaPOA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e sociedade. “O mais interessante do projeto é a capacidade de agregar pessoas com competência e qualidade técnica das mais diversas áreas da prefeitura e da sociedade civil, imbuídas do propósito de colocar em prática mais esta ação que qualifica o atendimento à população negra”, avalia Ribeiro.

Fonte: PMPA

 

Daniel Ribeiro

22 anos, estudante de administração gestão pública.

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