O lirismo urbano de Marlon Pires Ramos

 

Do LRS

No prefácio de Marlírico, primeiro livro de Marlon Pires Ramos, o poeta Ronald Augusto escreve: “(…) Marlírico avança sobre ambos os espaços simbólicos, o periférico e o central da provinciana Porto Alegre. Marlon Pires Ramos é um poeta de província. Muitos outros criadores se aparentam por essa qualidade que não é sempre evidente ou que se manifesta em graus diversos em um e outro. Dyonélio Machado, Cesário Verde, James Joyce e Kafka, são artistas provincianos. A deambulação, o lirismo, a linguagem, o pesadelo, enfim, os transes e as transposições poéticas desses escritores têm como substrato a carta geográfica de suas cidades.”

A obra será lançada no domingo, 15 de setembro, a partir das 15h, na Escola de Poesia (Rua São Manoel, 275, Bairro Rio Branco – Porto Alegre/RS).

Sobre o autor

Marlon Pires Ramos nasceu numa tarde quente no setembro de 92. Já foi estoquista, vendedor, caixa, freelancer. Estudante de Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integrante do grupo MilTons – Masculinidades Negras. Também faz parte da produção da Festipoa Literária – festival literário de Porto Alegre. Desde 2018 participa da Balada Literária em São Paulo. Poeta preto malungo. Marlírico quando escreve. Filho de Maria e Mario. Mas acima de tudo Neto da Dona Terezinha. Tem alguns versos publicados na revista de poemas Ovo da Ema e no blog Voz Pública da Poesia. Marlírico é seu primeiro livro.

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